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Como Tudo Começou - Lançado em Outubro de 2007 Livro - Como Tudo Começou
Darwin no Banco dos Réus PDF Imprimir E-mail

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 Publicação:Editora Cultura Cristã (www.cep.org.br
 Ano:2008
 Título:Darwin no Banco dos Réus
 Autor:Phillip E. Johnson
 Nº de páginas:220
 Impressão:Monocromia
 ISBN:978-85-7622-223-1
 Assuntos:Criação, Criacionismo, Design Inteligente, Evolucionismo
 Sumário:Apresentação
Prefácio à segunda edição em inglês
Capítulo 1: O cenário jurídico
Capítulo 2: A seleção natural
Capítulo 3: Mutações grandes e pequenas
Capítulo 4: O problema do registro fóssil
Capítulo 5: O fato da evolução
Capítulo 6: A seqüência dos vertebrados
Capítulo 7: A evidência molecular
Capítulo 8: A evolução pré-biológica
Capítulo 9: As regras da ciência
Capítulo 10: A religião darwinista
Capítulo 11: A educação darwinista
Capítulo 12: Ciência e pseudociência
Epílogo: O livro e seus críticos
Notas de pesquisa
Índice
 Abordagem:

Apesar de ter sido publicado em 1993, o livro de Johnson continua atualíssimo. Pouca coisa surgiu nesse período que inovou a apologética antievolucionista além do que Johnson tem feito. O livro causou um grande impacto na comunidade científica por ocasião do seu lançamento, provocando reações, resenhas e contestações de grandes nomes do meio científico, como o renomado evolucionista Stephen Jay Gould. Muitos intelectuais consideraram essa obra como a primeira ameaça séria ao evolucionismo a aparecer nos últimos 40 anos. Johnson, graduado em Harvard e na Universidade de Chicago, escreve com maestria, lógica e domina a retórica.

O livro de Johnson não é o primeiro a questionar o dogma que a evolução é um fato científico inconteste. Em 1985 o pesquisador médico Michael Denton, um agnóstico australiano, agitou o meio científico com o livro Evolution: A Theory in Crisis [Evolução: Um a Teoria em Crise], cujo ponto era que o darwinismo estava em dificuldades diante das evidências contraditórias de campos diversos como paleontologia, biologia do desenvolvimento, biologia molecular e taxonomia. O livro de Johnson vai no mesmo caminho, embora partindo de diferentes premissas e usando um método distinto. A voz de Johnson se junta a muitas outras, em tempos recentes, que questionam o status de “fato” que o evolucionismo tem gozado na academia por quase duzentos anos. A estratégia de Johnson em Darwin no Banco dos Réus é dupla. Primeiro, ele procura demonstrar que o evolucionismo está profundamente comprometido com o naturalismo filosófico-ateísta. Esse ponto está desenvolvido em capítulos como “As Regras da Ciência,” “A religião darwinista,” “A educação darwinista” e “Ciência e pseudociência.” Como tal, o evolucionismo se sustenta sobre pressupostos filosóficos e metafísicos, como o ateísmo e o naturalismo filosófico, tornando-se assim uma religião do tipo fundamentalista, o que tinge a análise dos dados e das evidências. Segundo, ele analisa as evidências que os evolucionistas apresentam como prova científica da sua teoria. É aqui que o expertise de Johnson mais lhe serve. Com sua capacidade ímpar de detectar o que está por detrás de argumentos, ele analisa essas evidências nos capítulos “A seleção natural,” “As mutações grandes e pequenas,” “O problema do registro fóssil,” “A seqüência dos vertebrados,” entre outros. O veredito é sempre o mesmo. O compromisso da ciência evolucionista com a visão ateísta e naturalista de mundo compromete e vicia seus resultados.

O livro é publicado em português pela Editora Cultura Cristã e estará breve disponível para aquisição pelo site da editora.

Última Atualização ( 22 de abril de 2008 )